sexta-feira, 8 de junho de 2012
Quando eu acordei com o despertador tocando, reparei que era um sonho. Estranho, porque eu realmente pude sentir o teu rosto colado no meu, segundos antes de abrir os olhos. Não foi a primeira vez que os sentidos me enganaram e eu fico me perguntando como alguns sonhos podem ser tão palpáveis assim.
quarta-feira, 23 de maio de 2012
terça-feira, 22 de maio de 2012
terça-feira, 15 de maio de 2012
Engraçado se dar conta que algumas coisas não mudam. Algumas idéias, manias, alguns medos, alguns gostos, afinidades e até desafetos. É como se de repente eu percebesse que aquilo de mais íntimo que existe na gente, vai sempre continuar ali, mesmo que se esconda por um tempo. As superfícies são sempre provisórias(redundância?), passageiras, tipo algumas opiniões desimportantes. Me conforta saber que algumas coisas a gente não perde.
sexta-feira, 4 de maio de 2012
quinta-feira, 26 de abril de 2012
nós, irremediáveis.
Sem remédio pro amor, pra entender, pra desculpar, pra não chorar. Sem remédio pra pedir desculpa, pra falar. Sem remédio pra reconhecer o nosso erro, pra aceitar o erro(e o acerto) do outro e pra aceitar a diferença(e semelhança) que existe entre dois ou três ou quatro. Sem remédio pro que somos. É o que somos: irremediáveis. Sem remédio pra intolerância, pro desprezo. Nenhuma droga há que faça efeito contra a droga do ser.
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ou mais ou menos isso
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ou mais ou menos isso
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